16 de julho de 2007

histórias da lembrança imaginária do mar

Quando eu era pequena, bem pequena mesmo, como as pessoas nunca imaginaram que um dia eu tivesse sido, lembro-me de ter sonhado com o mar.

Não o mar que eu via de perto, da beira da praia de guarda-sóis, picolés e maiôs. Não aquelas ondas ferventes que transbordavam em caldos meus olhinhos de bebê. Nem o que me castigava as bochechas de vermelho pela quentura da areia crepitando.

O mar do meu sonho estava mais para oceano, inteiro no somatório de suas gotas, sequioso de amor pelos peixinhos, bússola de navegantes divagantes, grandiloqüente, me sussurrava nos ouvidos segredos de um belo dia de sol que, não sei porque, naqueles tempos idos, esqueci de viver.

Sinto falta dele. Daquele sal. Do mar do meu sonho, do cheiro de saudade que ele me remete lá de longe, quando tenho essas lembranças vagas. Fuuuuuuuuu... O vento me traz conchinhas rosadas e os tatuís crescem nas idéias. Água verde-azul que me faz mais feliz do que já fui.

Um comentário:

Maíra Brito disse...

lindona! saudades de vc!! q sonho lindo! vc é precoce até nos sonho^s? rsrsrsrs
saudadessss.
vi harry potter com gastão na 4ªf. na verdad, vi sozinha, já q ele dormiu a sessão toda
":)
temos de pensar em outro programa.

adorei o post sobre o pilates. mas tenho certeza de q vc pode atualizá-lo e dizer q já venceu algumas batalhas, né?
":)
bjosssss